quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Você é o que o seu Intestino absorve!


A glutamina é o aminoácido mais abundante na corrente sanguínea e na musculatura. É “o alimento” favorito das células intestinais além de ser essencial ao sistema imunológico. Como todas as células que se dividem rapidamente utilizam glutamina, em situação de estresse ou doença grave, a necessidade de glutamina pode estar aumentada, uma vez que ela aumenta a regeneração de tecidos, evitando o catabolismo (perda muscular).
Ainda falando em intestino e nas vilosidades, a glutamina é capaz de ajudar a aumentar o número das vilosidades promovendo a regeneração da mucosa intestinal.  Ela também é muito importante para o sistema imunológico do intestino, além de ser essencial para a proliferação dos linfócitos T e B, células importantíssimas do sistema imunológico.
Como se não bastassem todos esses benefícios, ela ainda é utilizada pelo cérebro como fonte de energia alternativa, quando há falta de glicose, colaborando para mantermos o foco, raciocínio e diminuirmos a ansiedade.

Ela é ainda um importante antioxidante e em casos de pessoas que fazem atividade física intensa, pode ser suplementada para ajudar a manter o sistema imunológico funcionando bem, além de servir para repor a energia gasta nos treinos.

Síndrome do Intestino irritável

Inúmeras conferências internacionais já foram realizadas a fim de propor critérios diagnósticos para identificar a SII. Foram estabelecidos os Critérios de Manning e os de Roma, que propõem identificar a SII através do conjunto dos sintomas que persistem por um determinado período. Estes incluem: dor e distensão abdominal constante, urgência para evacuar com posterior alivio da dor, sensação de evacuação incompleta, alternância entre a diarréia e constipação, gases, náuseas, azia e excreção excessiva de muco. Os pacientes ainda podem apresentar algum grau de ansiedade ou depressão, dor de cabeça, anorexia e fadiga. Por se tratar de uma desordem meramente funcional, sem se observar qualquer tipo de alteração estrutural, o diagnostico da SII é obtido basicamente por exclusão de desordens que apresentem sintomas parecidos ou iguais como doença diverticular, câncer de cólon, diarréia infecciosa, infecção parasitária, doença celíaca, disbiose intestinal, intolerância à lactose, entre outras.
 Há evidências de que as hipersensibilidades alimentares estão presentes em ½ a 2/3 dos portadores de SII. Recomenda-se identificar os possíveis alergenos alimentares e evitá-los por alguns meses (dieta de eliminação) ou mesmo rodiziá-los. Muitas vezes, há necessidade de evitar não somente o alimento alergênico, mas outros alimentos da mesma família. Os maiores causadores de SII são o leite e derivados, os grãos (em especial o trigo e o milho), café, chá, frutas cítricas e chocolate. 
A intolerância a dissacarídios (sacarose, maltose, lactose, manitol, sorbitol, lactose e frutose) é um achado extremamente comum. A intolerância a lactose é uma das principais causas da SII, sendo o seu diagnostico obtido através do teste da glicose ou através da exclusão por pelo menos 15 dias de leite e derivados da alimentação. Outra causa comum para a SII é a infecção por parasitas ou fungos como a cândida albicans e sua identificação pode ser feita através da solicitação do exame coprológico funcional.
Alguns outros alimentos devem ser eliminados temporariamente do cardápio de pacientes portadores de SII: os alimentos gordurosos, assim como refeições com grande conteúdo de lipídios (estimula a contração colônica) e o consumo de álcool (por precipitar espasmos colônicos).
 A suplementação com probióticos (as pesquisas utilizam sobretudo o L. plantarum) está muito recomendada em pacientes com SII, onde a disbiose intestinal pode ser uma das possíveis causas. Auxiliam reduzindo a formação de gases através de um maior equilíbrio da microbiota intestinal, assim como estimulando o sistema imune a prevenir uma resposta desagradável a determinados antígenos. O seu uso parece ser um dos caminhos a se obter uma redução dos sintomas apresentados pelos pacientes.
 Uma dieta rica em fibras é recomendada para os portadores de SII, seja através da ingestão de maiores porções de frutas, hortaliças e cereais integrais, ou mesmo através da suplementação, sendo a semente de psillium uma boa opção, assim como o farelo de arroz, uma vez que é rico em fibras solúveis e insolúveis, antioxidantes e possui propriedades antiinflamatórias naturais. A fibra deve ser adicionada de maneira gradual para não incrementar a distensão abdominal e a produção de gases. Embora muito recomendada, a fibra pode piorar a sintomatologia de alguns pacientes.
 A suplementação de glutamina adicionada a sucos ou tomada em jejum também apresenta benefícios, uma vez que é utilizada pelo trato gastrointestinal como uma fonte energética para recuperação do epitélio intestinal.
 A utilização de ácidos graxos essenciais Omega 3 (óleo de peixe e óleo de semente de linhaça) em combinação com os ácidos graxos Omega 6 (óleo de borage) auxiliam na lubrificação do trato digestivo, alem de contribuírem para a redução da dor e da inflamação associada à síndrome do intestino irritável pela síntese de prostaglandinas e leucotrienos inflamatórios.
 O uso de ervas como a camomila, melissa, valeriana e alecrim na forma de chás ou cápsulas estão indicadas, devido ao seu efeito antiespasmótico, aumentando a liberação de gases, estimulando o tônus do estômago, reduzindo, assim, a dor. 
O gengibre também possui propriedades, reduzindo a formação dos gases, podendo ser utilizado na alimentação ou em chá puro ou combinado com as outras ervas mencionadas anteriormente.
 Uma suplementação de vitaminas e minerais deve ser fornecida ao paciente, com atenção especial ao cálcio e ao magnésio, cujas propriedades são anti-espasmóticas.
 Além das medidas nutricionais mencionadas, os indivíduos com SII se beneficiam com técnicas de relaxamento e modificação do seu estilo de vida, procurando reagir com menor stress às situações do cotidiano.


 Avalie se seu cocô é saudável:
Ele bóia?
Afundam ( ) 1
Bóiam ( ) 2
Com que frequência você faz cocô?
Uma vez por dia ou dia sim, dia não ( ) 1
A cada 2 ou 3 dias ( ) 2
Qual a consistência?
Macia ( ) 1
Dura ( ) 2
Qual a cor do seu cocô?
Amarelo ( ) 1
Marrom ( ) 2
Como é o cheiro?
Muito fedido ( ) 2
Cheiro de cocô ( ) 1
Qual é o formato?
Tipo cabrito ( ) 2
Pastosa ( ) 1
Tipo banana ( ) 1
Líquidas ( ) 2
Resultados:
6 a 8 pontos – você parece bem saudável
9-10 pontos – Preste mais atenção. Aumente o consumo de frutas e vegetais
11-12 pontos – Cuidado! Talvez seja interessante procurar um médico ou nutricionista.

Fonte: http://www.nutconsult.com/artigos-sii.htm

SAL ROSA DO HIMALAIA E SEUS BENEFÍCIOS

O sal é um nutriente indispensável para o bom funcionamento do organismo e, embora seja muitas vezes visto como um vilão e desencadeador de uma série de doenças, sua ausência completa pode prejudicar o corpo tanto quanto o excesso. Entre os tipos de sal que existem – dentre os quais o marinho é o mais usual – uma espécie tem chamado a atenção devido a sua pureza química: o sal rosa do Himalaia.

Livre de toxinas e poluentes, esse alimento, recolhido em depósito seculares do Himalaia, é considerado o sal mais puro do planeta e sua cor rosa deve-se à alta concentração de minerais em sua composição – ele carrega mais de 80 tipos de minerais.
O alto poder desintoxicante do sal rosa é benéfico para ajudar a eliminar toxinas do corpo, purificar o sangue e regular a produção de óleo pela pele. Além disso, a alta concentração de magnésio, por exemplo, é benéfica para prevenir cãibras e fortalecer os músculos e o sistema imunológico.

Adicione os cristais – inteiros ou moídos – durante o cozimento da comida. O teor de cloreto de sódio é muito semelhante ao do sal marinho, por isso, é muito importante consumir com moderação. O consumo correto desse sal ajuda também a fortalecer a saúde do sistema digestivo, prevenindo gases e prisão de ventre, além de agir comoanti-histamínico natural, melhorar o humor e regular a pressão arterial.

O sal do Himalaia contém os mesmos 84 minerais e elementos que são encontrados no corpo humano, que por si só é bastante impressionante! Alguns destes minerais incluem: o cloreto de sódio, sulfato de cálcio, potássio e magnésio. Ao utilizar este sal, na verdade você está recebendo menos ingestão de sódio por porção do que o sal de mesa regular, porque é menos refinado e as peças são maiores. Portanto o sal do Himalaia tem menos sódio por porção, porque os cristais ou flocos ocupam menos espaço do que o sal de mesa que é uma variedade altamente processada. Outra coisa legal sobre este sal é que por causa de sua estrutura celular ele armazena energia vibracional. Os minerais deste sal existem na forma coloidal, o que significa que eles são pequenos o suficiente para as nossas células para os absorver facilmente.

Alguns dos benefícios que você pode esperar por consumir este sal no lugar do sal de mesa regular incluem:
  • Auxilia na saúde vascular;
  • Ajuda pulmões saudáveis e função respiratória;
  • Promove o equilíbrio do pH estável dentro das células;
  • Reduz os sinais de envelhecimento;
  • Promove padrões de sono saudável;
  • Aumenta a libido;
  • Previne cãibras musculares;
  • Aumenta a hidratação;
  • Fortalece os ossos;
  • Reduz a pressão arterial;
  • Melhora a circulação;
  • Desintoxica o corpo de metais pesados.
Comparando o sal do Himalaia com outros sais
Sal marinho
Enquanto ainda é uma escolha melhor do que o sal de cozinha ou mesa, o sal marinho está se tornando cada vez mais processado e admitamos, nossos oceanos estão se tornando cada vez mais poluídos a cada ano, apenas pense sobre os enormes vazamentos de óleos que ocorreram. Devido às condições originais de que o sal rosa é mantido, diz-se ser o mais puro sal disponível hoje.
Sal de mesa
Regularmente, do sal de mesa comercial é completamente retirada a maioria dos seus minérios com a exceção de sódio e cloreto. Ele é, em seguida, branqueado, limpo com produtos químicos e, em seguida, aquecido à temperaturas extremamente altas. O iodo que é adicionado ao sal de mesa é quase sempre sintético que é difícil para os nossos corpos absorver corretamente. Depois ele é tratado com agentes anti-aglomerantes, impedindo que o sal se dissolva no depósito. Estes agentes, em seguida, evitam que o sal seja absorvido em nossos próprios corpos, o que leva a uma acumulação e depósito dentro dos órgãos. Isso pode causar problemas de saúde graves. Estudos têm mostrado que, para cada grama de sal de mesa consumida e que o corpo não pode processar, ele vai utilizar 20 VEZES a quantidade de água celular para neutralizar a quantidade de cloreto de sódio, que está presente no sal tratado quimicamente.
Esta é em parte parte, a causa do porquê da má reputação do sal. Não é necessariamente o sal que não é saudável para nós, mas o  processo de refinamento dele que não é saudável. Afora isso, muitos de nós consumimos muitas comidas processadas. Estes alimentos contêm quantidades astronômicas de sal, e não do tipo bom. Não se trata de limitar o nosso consumo de sal, e sim consumir mais alimentos naturais, caseiros e integrais. Desta forma, optamos por qualidade. 

Fontes:  
http://fitlife.tv/10-amazing-benefits-of-pink-himalayan-salt/
http://www.globalhealingcenter.com/natural-health/himalayan-crystal-salt-benefits/
http://www.himalayanlivingsalt.com/salt_facts.htm
http://authoritynutrition.com/how-much-sodium-per-day/

LEITE, VENENO NA MESA!

O que é intolerância à lactose?

A estimativa é de que 60% da população mundial tenha algum grau de intolerância ao leite – problema mais comum ligado à bebida. 
Tudo começaria por volta dos 5 anos, quando, geralmente, o organismo humano diminui a produção de lactase (enzima responsável pela digestão da lactose), o açúcar do leite. A reação não é percebida sempre. Muita gente só descobre a intolerância mais tarde, quando deixa o alimento de lado e nota que a saúde e a pele melhoram. 
Quando não é digerida, a lactose passa por um processo de fermentação no intestino e se transforma em “comida” para fungos e outros microrganismos típicos da flora intestinal, que se multiplicam causando doenças e deixando as bactérias do bem, como os lactobacilos, em desvantagem. Quando isso acontece, o corpo dá sinais: intestino preso, dores abdominais, flatulência, dores de cabeça e dermatite atópica – uma alergia de pele que provoca manchas avermelhadas e coceira. Como as vitaminas e outros nutrientes essenciais dependem de um intestino sadio para ser absorvidos, o bom funcionamento do organismo como um todo acaba sendo afetado.
Alergia às proteínas
Complicada mesmo é a alergia às proteínas, principalmente a betalactoglobulina e a caseína. O organismo humano não tem enzimas que possam digerir essas substâncias. O leite estimula a produção de muco, que, em excesso, está relacionado a uma série de problemas respiratórios.
As proteínas do leite não digeridas alteram a parede intestinal, responsável pela absorção dos nutrientes. Essa alteração permite que as moléculas tóxicas, que seriam excretadas, entrem na corrente sanguínea, deixando o organismo mais vulnerável a doenças. Ao contrário do que acontece com a lactose, não existe um processo industrial que faça a pré-digestão das proteínas. A alergia às proteínas lácteas não é diagnosticada com facilidade, e não há um exame 100% confiável. Muitas vezes, quando identificada, a doença já afetou o organismo.
Todo leite animal (vaca, cabra e búfala) pode causar alergia por ser de difícil digestão. E em todas as espécies de mamíferos, nós somos os únicos que bebemos leite (que não é da nossa espécie) depois de adultos! Nem o bezerro quando cresce quer o leite da vaca, porque nós queremos?

Leite pode causar até depressão!

É no intestino que boa parte da serotonina, o neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e pela diminuição do apetite por carboidratos, é produzida. Quando as funções do intestino são prejudicadas — seja pela presença indigesta de um alimento ou por outro tipo de distúrbio —, a produção de serotonina fica comprometida. E a falta dessa substância no organismo está associada à depressão. Se a causa do problema não é combatida, não adianta tomar antidepressivo.
Médico ortomolecular e especialista em cardiologia, nutrição e medicina intensiva, ele é o supervisor técnico do livro Leite: Alimento ou Veneno? (editora Ground), do americano Robert Cohen, recém-lançado no Brasil. Na publicação, Cohen, psicólogo especializado em psicobiologia, lista outras doenças que poderiam ser desencadeadas pelo consumo de leite. O autor relaciona, inclusive, diversos tipos de tumor ao acúmulo no organismo dos hormônios do crescimento bovino, usados para aumentar a produção de leite. Essa relação aparece também no livro O Leite Que Ameaça as Mulheres, do francês Raphaël Nogier (Ícone Editora). Pesquisas recentes, feitas na Austrália e divulgadas pela Sociedade Brasileira de Diabetes, levantaram a suspeita de que a proteína do leite pode ser um gatilho para o diabetes tipo 1 em pessoas que já tenham uma predisposição para a doença. Mas são estudos iniciais, ainda sem confirmação definitiva. 
O ser humano se mantém saudável sem consumir leite. Afinal, 1,2 bilhão de habitantes da China sobrevivem muito bem sem laticínios. Sua preocupação é o risco de osteoporose? Os escandinavos, grandes consumidores da bebida, apresentam frequente incidência de perda de massa óssea.

IMUNIDADE, SAIBA COMO CUIDAR DA SUA!

A imunidade baixa faz com que o corpo vire alvo fácil de microorganismos invasores, que podem causar, desde simples resfriados, até doenças mais graves, como pneumonia e infecções bacterianas e virais. Para fortalecer o sistema imunológico e garantir a boa saúde, alguns alimentos ricos em vitaminas e antioxidantes não podem ficar de fora da dieta.



 
Alho:
 Fonte de aliina e alicina, substâncias de potente ação antioxidante, previne gripes e atua no combate a infecções e inflamações.
 
Shitake:
 
Esse cogumelo possui lentinan, uma substância que aumenta a produção das células de defesa do organismo.
 
Óleo de coco:
 
Rico em ácidos láurico e caprílico, o óleo de coco possui atividade antiviral e antibacteriana.
 
Gengibre:
 
Além de ser imunoestimulante, prevenindo gripes e resfriados, o gengibre tem ação termogênica, contribuindo para o emagrecimento.
 
Mel:
Tem propriedades bactericida e antisséptica, auxiliando no tratamento de problemas pulmonares e da garganta.
 
Probióticos:
 
Alimentos como alcachofra, cebola, alho e banana verde contêm boas quantidades de probióticos, micro-organismos que contribuem para a saúde intestinal. Mas há a necessidade de suplementar com probióticos ou consumir Kefir (assunto para um próximo post)
 
Suco verde:
 
Fonte de zinco, ferro e vitamina C e antioxidantes, o suco verde faz o intestino funcionar e ajuda a emagrecer.

Vegetais verdes escuros:

Vegetais verdes escuros (brócolis, couve, espinafre), feijão, cogumelo (shimeji) e fígado são alguns dos alimentos que apresentam ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo
 
E mais: 
 
Gorduras “boas”: Alguns ácidos graxos insaturados têm o poder de melhorar a resposta imunológica quando associado a uma alimentação balanceada. Podemos destacar os Ômega 3 e 6, que têm como principal função a regulação de algumas células imunológicas. Esses nutrientes estão em peixes de aguas profundas e frias, oleaginosas e sementes.
 
Carotenóides: Encontrados principalmente em vegetais e frutas de cor amarela, laranja e vermelha. Ativam o sistema imunológico, logo melhoram a defesa do organismo.
 
Vitamina EEncontrado em alguns óleos vegetais como óleo de milho, soja e no azeite de oliva. Quando ingeridos, melhoram a resposta imunológica. Também é considerado um antioxidante.
 
Vitamina C: Tem ação antioxidante e melhora os efeitos da vitamina E, regenerando suas formas de ação quando ocorrem formações de radicais livres. Têm efeitos benéficos principalmente em infecções respiratórias e nas gripes. Fontes: laranja, acerola, limão, etc.
 
Zinco: Tem grande participação no sistema imune, por isso a deficiência dele leva ao aumento de infecções. Fontes: ostras, carnes vermelhas, aves, mariscos e nozes.
 

SÓDIO OCULTO NOS ALIMENTOS





O consumo de sal recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 6 g de sal por dia – ou seja, 2 g de sódio. Isso equivale a uma colher de chá!
Segundo uma pesquisa feita pelo IBGE, os brasileiros consomem 12g de sal por dia (5g de sódio), o que equivale a mais que o dobro do recomendado. E todo mundo está cansado de saber que o sal em excesso traz problemas graves, dentre eles a hipertensão arterial.

A hipertensão é uma doença silenciosa, e muitas vezes não tem sintomas. Por isso, todo cuidado é pouco: check-up médico, atividades físicas orientadas, peso controlado e consumo alimentar adequado são essenciais.
De acordo com a mesma pesquisa do IBGE que eu citei acima, 65% do nosso consumo de sal é feito através da adição de sal no alimento, sendo os outros 35% quando consumimos produtos que contém sal (embutidos, industrializados, entre outros).
Deve-se, portanto, evitar colocar sal nos alimentos já prontos (à mesa) e evitar alimentos industrializados também é essencial! 

CUIDADO! Você pode não estar fazendo a escolha certa!


Veja abaixo alguns campeões de sódio:




NUTRICIONISTA MARCELY ETCHICHURY

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Psillium e suas propriedades laxativas

Uma fonte de fibra ainda pouco conhecida no Brasil é o Psyllium, derivado da semente da planta Platango Ovata, muito popular na Índia e no Paquistão. Além de regularizar o intestino, o Psyllium ajuda no controle da glicemia, dos níveis de colesterol e até do peso, pois, como é próprio das fibras, ele aumenta a sensação de saciedade. 
A fibra que é o principal princípio ativo de Metamucil começou a ser consumida nos Estados Unidos há 75 anos como laxante natural. Também conhecida como ispaghula e isapgol, deriva da semente de platango ovata, uma erva nativa da Ásia, do Mediterrâneo e do Norte da África.


É uma fonte de fibras solúveis e insolúveis, que aumenta o volume das fezes e estimula o movimento intestinal.
O Psyllium pode ser um excelente produto natural para quem deseja emagrecer,  as fibras incham facilmente criando uma sensação de saciedade no estômago, o que diminui consideravelmente  o apetite.

Além disso, estudos clínicos indicam que apenas 7 gramas de Psyllium Husk por dia podem reduzir também o risco de doenças cardíacas, por auxiliar na redução do colesterol. Contribuindo assim com uma alimentação equilibrada.
Entretanto, é necessário aumentar a ingestão de líquidos e água durante todo o dia para não causar constipação intestinal, devido às propriedades de retenção de água deste ingrediente. O uso do psyllium como suplemento de fibras deve ser devidamente orientado por um nutricionista, para não interferir na absorção de nutrientes e medicamentos.

Todos nós sabemos as principais causas de doenças cardíacas: obesidade, sedentarismo, histórico familiar, fumo e colesterol alto. Mas você sabia que uma simples mudança no estilo de vida pode minimizar esse risco?
Uma dieta com baixos níveis de gordura saturada e de baixo índice de colesterol contribuem bastante para ter um coração mais saudável. E é aí que Metamucil entra como um importante aliado, adicionando fibras à sua dieta e deixando suas refeições mais leves.
Mais benefícios do Psyllium:
  • Diminui a velocidade da digestão, permanecendo mais tempo no estômago, e proporcionando a sensação de saciedade mais duradoura, o que leva à ingestão de menor quantidade de alimento, o que implica menor consumo de calorias, logo favorecendo o emagrecimento.
  • Ao absorver gordura dos alimentos, o Psyllium mostra-se favorável ao controle do colesterol.
  • Por tratar-se de fibra alimentar, o Psyllium também promove uma espécie de “limpeza” do aparelho intestinal, favorecendo a desintoxicação do organismo.
Modo de uso: Em iogurtes, vitaminas, salada de frutas OU cápsulas.
O Psyllium não pode ser consumido em excesso. Consulte o nutricionista!

NUTRICIONISTA MARCELY ETCHICHURY

INSTAGRAM & SNAPCHAT: NUTRIMARCELY

Referências:
http://mentorfoods.com.br/
HALL., M, FLINKMAN, T. Do fiber and psyllium fiber improve diabetic metabolism? Consult Pharm., 2012 Jul.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

FIM DA INFECÇÃO URINÁRIA!

A infecção de urina é uma doença muito comum do sistema urinário, que afeta principalmente as mulheres. É muito incômoda e dolorosa, e, além de irritabilidade, pode causar insônia e limitar muito sua rotina.


Jamais devemos deixar de procurar um médico em casos de infecção mas se você já teve ou conhece alguém que já teve, o ideal é a PREVENÇÃO pois o uso de antibiótico repetidas vezes além de danificar o fígado, em ocasiões podem acabar por se tornarem resistentes e não atuarem com toda a eficácia que deveriam.


Por isso a importância de sua prevenção e de saber tomar medidas para que a infecção urinária, ou cistite, não volte a acometer.

CAUSAS:
Depois que os rins tenham cumprido sua tarefa ao limpar o sangue, as toxinas são depositadas na bexiga para que posteriormente sejam expulsas através da urina, por isso a importância, por exemplo, de que todos os condutos que vão do rim á uretra estejam em perfeitas condições, livres de obstruções e com um ambiente ácido que impeça a aparição de bactérias.
Mas em certas ocasiões, fatores relacionados com a idade, gravidez,menopausa, contraceptivos, prostatite, patologias como o diabetes ou alterações físicas do trato urinário…etc., podem provocar a aparição de bactérias ou a consequente obstrução das vias urinárias, favorecendo consequentemente a inflamação da urina ou cistite.
SINTOMAS:
– Ardor e queimação ao urinar;
– Pressão na região pélvica;
– Urgência contínua em urinar;
– Urina turva e inclusive aparição de sangue na mesma;
– Febre.
TRATAMENTO:
Se você já está com os sintomas, deve procurar um médico e tratar com antibiótico para combater as bactérias presentes na urina.
CRANBERRY: fonte primordial para combater infecções urinárias, graças a suas substâncias antioxidantes, como as antocianinas e os carotenoides, incluindo a vitamina C. Suas funções anticépticas e antibióticas possibilitam uma atuação direta sobre os germes, impedindo, por exemplo, as bactérias E. Coli de aderirem às paredes do trato urinário, enquanto a vitamina C reforça o sistema imunológico, combatendo a infecção.
É rico em proantocianidina, substância apontada por estudos como sendo de 15 a 25 vezes mais potente do que a vitamina E para inibir a aderência de bactérias na mucosa da bexiga, combatendo infecções do trato urinário. O cranberry ainda oferece substâncias antioxidantes, como os flavonoides e ácidos fenólicos ao organismo.
Estudos mostram ainda que a presença de proantocianidinas é capaz de impedir a fixação da bactéria Helicobacter pylori na mucosa estomacal, evitando, assim,gastrites e úlceras.
O consumo de cranberry é seguro para a maior parte das pessoas, desde que a ingestão não ultrapasse a quantidade diária recomendada (480 ml). Para gestantes e mulheres no período de aleitamento só não é recomendada a ingestão de suplementos de cranberry, pois não se sabe se eles são seguros para este público.
O cranberry contém quantidades significativas de ácido salicílico, semelhante à aspirina, portanto deve ser evitado por pessoas alérgicas ao medicamento. Vale lembrar ainda que alguns sucos de cranberry têm açúcar de adição, não sendo recomendados por portadores do diabetes.
O suco de cranberry ainda é rico em oxalato, podendo aumentar os níveis dessa substância química na urina em até 43%. Como pedras no rim são formadas principalmente pela combinação de oxalato com cálcio, a ingestão máxima recomendada do suco para pessoas com histórico da doença deve ser estabelecida por um profissional de saúde.
O cranberry estende o tempo de permanência da varfarina, medicamento usado para retardar a coagulação do sangue, no organismo. Assim, o consumo por quem usa o fármaco pode aumentar o risco de hematomas e sangramento.
O cranberry diminui a velocidade com que o fígado metaboliza alguns medicamentos. Beber suco de cranberry durante um tratamento com medicação que é alterada pelo fígado, portanto, pode aumentar os efeitos esperados e os efeitos colaterais do remédio.
Eu recomendo o consumo da FRUTA DESIDRATADA, com moderação, para pessoas que já tiveram muitas vezes infecção urinária de repetição.
– Salsa e alho: alimentos excelentes com propriedades antibióticas. Podemos adicioná-los em nossas refeições ou consumi-los a parte. A salsa é mais eficaz misturando-a com o suco de frutas ácidas, enquanto ao alho, podemos moer e comer com um pouco de azeite de oliva.
– Os lactobacilos são igualmente benéficos, podem ser encontrados nos supermercados em produtos lácteos fermentados, por exemplo, ajudando a melhorar a flora intestinal e desenvolver anticorpos.
– Diuréticos: nos ajudam a eliminar corpos estranhos das vias urinárias e a combater a retenção de líquidos. Por isso é indispensável incluir em nossa dieta alimentos como aspargos, pepinos, aipo, alfafa… E principalmente o abacaxi, extremamente benéfico graças a suas enzimas, que podem desinflamar infecções.
– Aumente a ingestão de líquidos para dificultar a concentração da urina e aparição de bactérias.
– Não tome nem café, nem bebidas alcoólicas e chá verde, já que irritam a bexiga.

E, lembre-se, não deixe de urinar sempre que tiver vontade!


NUTRICIONISTA MARCELY ETCHICHURY