sexta-feira, 25 de setembro de 2015

DIMINUINDO A GORDURA ABDOMINAL



A gordura localizada na barriga tem efeitos prejudiciais sobre a saúde geral devido a sua natureza inflamatória. Essa adiposidade visceral tem sido associada a taxas mais elevadas de risco cardiometabólico que outros tipos de adiposidades. 






Recentemente um estudo piloto recrutou um total de 20 mulheres obesas com idades entre 18 a 40 anos para testar a eficácia da suplementação do Aminoácido Arginina como tratamento da gordura abdominal. As participantes toleraram bem a suplementação de arginina não apresentando efeitos secundários nocivos. 

A circunferência abdominal diminuiu de 115,6 para 109,2 cm e  o peso reduziu de 98,6 para 95,7 em 12 semanas. O estudo concluiu que o uso da Arginina para redução da gordura abdominal pode ser efetivo.

O aumento da liberação do Hormônio de Crescimento (que é lipolítico, queima mais a gordura abdominal), produção de óxido nítrico e síntese de novas mitocôndrias no tecido adiposo são alguns dos motivos pelo qual se compreende este efeito "queimador" de gordura abdominal que a arginina tem.

Junto com uma alimentação saudável e equilibrada e a prática de exercícios físicos regulares, a arginina pode ser um complemento para auxiliar na redução da gordura abdominal em obesos.

Nutricionista Marcely Etchichury

terça-feira, 15 de setembro de 2015

DEPRESSÃO & ÔMEGA 3



Dados da Organização Mundial da Saúde mostram aumento da incidência de depressão nos últimos 10 anos, sobretudo infanto-juvenil, a qual praticamente dobrou nesse período (de 4,5% para 8%).





Algumas desordens neurológicas, como os transtornos de humor, podem estar relacionadas ao consumo inadequado de ácidos graxos - uma dieta rica em ômega 6 (pró-inflamatório) e pobre em ômega 3 (anti-inflamatório) parece favorecer essa situação (atualmente os indivíduos chegam a consumir 30 vezes mais ômega 6 do que ômega 3, quando essa relação deveria ser 2 ou 3 para 1).
*Em 2011, o pesquisador Transkanen relacionou o consumo de peixes com menor risco de depressão e tendências suicidas.
Sabe-se que os ácido graxos na dieta, em especial o ômega 3, podem promover melhora do desempenho cognitivo, da atividade cerebral e facilitar a comunicação entre as células do cérebro (podem alterar a fluidez das membranas celulares e a composição dos fosfolipídeos do sistema nervoso central).
Segundo duas meta-análises:
✅ a fração EPA - ácido eicosapentanóico - do ômega 3 seria mais eficaz do que a a fração DHA - ácido docosa-hexanóico - na prevenção/tratamento da depressão (J Am Coll Nutr. 2009 Oct;28(5):525-42);
✅ para ter efetividade na prevenção/tratamento da depressão, é necessário que o EPA seja >60% do total de EPA+DHA (J Clin Psychiatry. 2011 Dec;72(12):1577-84.
Como nossa alimentação é pobre em ômega 3 (nossos salmão e truta são de cativeiro, por exemplo 😭), o ideal é usufruir da suplementação, mas com qualidade. Leia bem as informações do rótulo e prefira consumir produtos que sofreram ultra-filtragem, que possuam vitamina E na composição, que sejam livres de metais pesados e que mantenham a relação de 2/3 de EPA para 1/3 de DHA. 
Os ácidos graxos podem ser classificados em três tipos: saturado, monoinsaturado e poli-insaturado. O ômega 3 é uma gordura poli-insaturada. Ele representa uma família de ácidos graxos e os tipos mais frequentes e melhores para a saúde são: ácido alfa-linolênico, ácido eicosapentaenoico (EPA) e o ácido docosahexaenoico (DHA). Entre os benefícios mais reconhecidos do ômega 3 está a proteção da saúde cardiovascular e cerebral. 
O EPA e o DHA são encontrados nos animais marinhos, especialmente os peixes, enquanto o ácido alfa-linoleico é de origem vegetal e pode ser convertido em DHA ou em EPA, é o caso da chia e da linhaça. Contudo, somente uma pequena parcela deste ácido vindo das plantas pode se transformar no organismo, por isso o consumo dos outros ácidos graxos também é muito importante. 
Esses ácidos graxos são chamados de essenciais, afinal, o organismo não consegue produzi-los. Quando são ingeridos, essas gorduras possuem como função mais nobre serem as responsáveis pela elaboração da camada lipídica em torno da célula. Quando as membranas celulares estão repletas destes ácidos as funções das células ocorrem de forma muito melhor. 
Outros pontos muito importantes nos quais esses lipídeos agem são na formação da bainha de mielina, um componente dos neurônios, e no recobrimento da retina ocular, parte dos olhos que tem o papel principal de transformar o estímulo luminoso em estímulo elétrico para o cérebro poder realizar o processo de enxergar. 

Os benefícios do ômega 3

Bom para o coração: O ômega 3 age de duas maneiras para proporcionar benefícios ao sistema cardiovascular. O EPA diminui as atividades das plaquetas sanguíneas, evitando coágulos de sangue, que podem levar a um derrame ou infarto, e também reduzem os níveis de triglicerídeos, outro tipo de gordura que é ruim para o organismo quando está elevada. Já o DHA ajuda a evitar arritmias cardíacas, estabilizando a atividade elétrica no coração. 
O consumo desse ômega não assume apenas efeitos preventivos. No Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, o cardiologista Michael Burr constatou que vítimas de ataques cardíacos aumentaram as chances de evitar novos problemas em 29%, passando a comer peixe ricos nessa gordura pelo menos duas vezes por semana. 
Diminui o colesterol: Esses ácidos graxos modificam a composição química do sangue, provocando o aumento dos níveis do HDL (colesterol bom) e a diminuição dos níveis de LDL (colesterol ruim). Quando está em excesso, há o risco dele se depositar nas artérias e provocar o seu entupimento levando a doenças cardiovasculares, como infarto e hipertensão e derrame cerebral. Ele também consegue reduzir os níveis de triglicerídeos do sangue.  
Regula a pressão arterial: O ômega 3 é capaz de evitar a formação das placas de gordura na parede das artérias e garantir a flexibilidade das veias e artérias, afastando o risco de doenças como hipertensão, aterosclerose, infarto e derrames. 
Um estudo realizado pela Harvard School of Public Health dos Estados Unidos observou que a pressão arterial elevada é a responsável por 31% do aumento do risco de doenças cardíacas e 65% do risco de derrame. 
Bom para a visão: Este ácido graxo é essencial para a visão porque participa do recobrimento da retina. Esta parte dos olhos tem o papel principal de transformar o estímulo luminoso em estímulo elétrico para o cérebro ser capaz de realizar o processo de enxergar. 
A degeneração da mácula, parte da retina responsável pela percepção de detalhes, é prevenida graça ao consumo de ômega 3. Estudos publicados na revista especializada Ophtalmology, da Universidade Tufts de Boston nos Estados Unidos, mostraram que o índice de degeneração macular é mais baixo entre pessoas que consomem peixes, alimento rico em ômega 3, e demonstrou que este ácido graxo pode afetar o desenvolvimento ou a progressão da degeneração macular. 
Cerca de 3 mil voluntários da pesquisa que consumiam uma ou mais porções de peixes ricos em ômega 3 por semana mostraram uma probabilidade 60% inferior de apresentar a degeneração da mácula em estágio avançado.  
Bom para o cérebro: O ômega 3 age na formação da bainha de mielina, um componente dos neurônios. Assim, ocorre a melhora do desempenho cognitivo, da atividade cerebral e comunicação entre as células do cérebro. O ácido graxo também conta com efeito vasodilatador e por isso ocorre o aumento do aporte de oxigênio e nutrientes.
Uma pesquisa realizada pela Northumbria University, do Reino Unido, observou que o consumo de peixe, alimento rico em ômega 3, semanalmente melhora a circulação cerebral e diminui os riscos de demência ao envelhecer. 
Outras pesquisas apontaram a melhora do desenvolvimento escolar em crianças e adolescentes. Elas também observaram a diminuição do risco de doenças de Alzheimer e cansaço mental e a redução da ansiedade e da insônia após o consumo de alimentos ricos em ômega 3. 
Combate a depressão: Pessoas portadoras de depressão possuem níveis baixos de ômega 3 o que pode ocasionar a diminuição do número de funções de neurotransmissores e receptores. A ingestão de ômega melhora a fluidez das membranas que encapam as células nervosas e aumentam a produção de diversos neurotransmissores como serotonina, dopamina e noradrenalina, melhorando assim o humor e o bem-estar. 
Alivia os sintomas da artrite reumatoide: O consumo do ômega 3 contribui para o alívio dos sintomas desta doença porque ele possui ação anti-inflamatória. Este ácido graxo funciona como um bloqueador ou interceptador de uma enzima que produz o processo inflamatório. 
É importante ressaltar que o lipídeo irá ajudar no tratamento do problema associado a outros medicamento. Por sua ação anti-inflamatória, o ômega 3 é interessante para outras doenças autoimunes de cunho inflamatório. 
Ômega 3 e diabetes: Uma pesquisa realizada pela Universidade de Valência, na Espanha, analisou o consumo de carne e peixe em 945 pessoas entre 55 e 80 anos com alto risco cardiovascular e descobriu que o consumo de peixe, que é rico em ômega 3, está associado a menor incidência de diabetes tipo 2 e a diminuição da concentração de glicose, enquanto o consumo de carne vermelha está relacionado à obesidade. 
Os estudiosos acreditam que isto ocorre porque o aumento do ácido graxo nas células dos músculos esqueléticos melhora a sensibilidade à insulina. 
Outro estudo publicado pela Universidade de Harvard notou que o ômega 3 previne o diabetes tipo 2. Este lipídeo aumenta os níveis de um hormônio chamado adiponectina que é benéfico em processos que afetam o metabolismo, como a regulação do açúcar no sangue e processos inflamatórios. 
Ômega 3 e a obesidade: O ômega 3 é interessante para combater a obesidade devido à sua ação anti-inflamatória. Afinal, a obesidade é um processo inflamatório e age de maneira a interferir na forma como o cérebro percebe a presença de comida no corpo. O organismo também utiliza o ômega-3 para produzir prostaglandinas, substâncias químicas que têm participação em muitos processos, inclusive no combate às inflamações dos vasos sanguíneos. 
Em indivíduos obesos a gordura saturada acaba tomando parte do lugar do ômega 3 no cérebro e no organismo como um todo. Quando isso ocorre a região do cérebro chamada hipotálamo que controla a fome e o gasto energético fica inflamada e deixa de realizar suas funções tão bem. Quando a pessoa volta a consumir o ômega 3 esta parte do cérebro volta a funcionar corretamente. 
Além disso, o ômega 3 consegue modular a expressão de neurotransmissores que controlam a fome e reduz a presença de proteínas responsáveis por aumentar o apetite. Em um estudo preliminar realizado com ratos, o nutricionista e pesquisador da Universidade Estadual de Campinas Dennys Cintra observou estes benefícios do ômega 3 em relação à obesidade. 
Ômega 3 na gravidez
É recomendada a suplementação com ômega 3 na gravidez, pois ele melhora o desenvolvimento neurológico da criança, e nos bebês prematuros esta suplementação melhora suas capacidades cognitivas, visto que a deficiente ingestão desta gordura está associada a menor QI do bebê.
A suplementação com ômega 3 também pode ser efetuada durante a fase da amamentação para suprir as necessidades acrescidas da mãe e do filho.
O ômega 3 é um nutriente muito importante para as funções cerebrais, pois 60% do cérebro é constituído por gordura sendo que na sua maior parte de Ômega 3.  A deficiente ingestão desta gordura está associada a maior perda de memória do idoso, e a elevados níveis de sentimentos de angústia.

O quanto consumir de ômega 3

A quantidade diária recomendada de ômega 3 é polêmica. Apesar de a Sociedade Americana do Coração orientar até 4 gramas ao dia, é justamente esta porção que em alguns estudos leva a complicações de saúde. Por isso, especialistas defendem a porção de até um grama de ômega 3 ao dia

Alimentos ricos em ômega 3

Os alimentos que possuem a maior quantidade de ômega 3, DHA e EPA, são os peixes de águas frias. Isto porque como eles vivem em um ambiente frio tem a tendência de acumular mais gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, especialmente o ômega 3.
  *NÃO RECOMENDO O USO DE SOJA PARA NENHUM OBJETIVO!
Confira as espécies que possuem as melhores quantidades do ácido graxo e veja qual é a porcentagem do valor diário e a quantidade que a porção de 100 gramas de peixe carrega de ômega 3. 
PeixesQuantidade de ômega 3Porcentagem do valor diário de ômega 3
Arenque1,2 a 3,1 gramas215%
Sardinha1,5 a 2,5 gramas275%
Salmão1 a 1,4 gramas120%
Atum0,5 a 1,6 gramas90%
Bacalhau0,2 a 0,3 gramas25%
Linguado0,2 a 0,3 gramas25%
Pescadinha0,2 a 0,3 gramas25%
Fontes: The Nutrition Source, Fats and Cholesterol: out with the bad in with the good, Harvard School of Public Health; Suárez-Mahecha H, Francisco A, Beirão LH, Block JM, Saccol A, Pardo-Carrasco S. Curtis-Prior, P. The eicosanoids. West Sussex: Wiley, 655 p; Frazen-Castle LD, Ritter-Gooder P; Omega-3 and omega-6 fatty acids, University of Nebraska-Lincoln Extension, Insitute of Agriculture and Natural Resources Schmidt EB, Dyerberg, J, Omega-3 fatty acids. Current status in cardiovascular medicine. Drugs 47:405-24 e Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). 
Os óleos de soja e canola, noz e as sementes de chia e linhaça são ricas em ômega 3, no caso o ácido alfa-linolênico. A quantidade diária recomendada de linhaça, 10 gramas, possui 0,54 gramas do ácido graxo. A chia também conta com boas quantidade de ômega 3. 
É importante lembrar que apenas uma pequena quantidade de ácido alfa-linolênico se transforma em DHA ou EPA, portanto é importante consumir também o peixe para se ter boas quantidades de ômega 3. 

Suplementos de ômega 3

Os suplementos de ômega 3 devem ser consumidos somente após a orientação NUTRICIONAL e são orientado caso a pessoa não consiga adquirir o ácido graxo por meio da alimentação, com a ingestão de peixes, linhaça ou chia.  
É preciso ficar atento a fraude de cápsulas, pois atualmente muitas delas não contém o ômega 3. Uma maneira de garantir isso é consumir o óleo de fígado de bacalhau, ele normalmente é evitado devido ao seu gosto considerado desagradável, mas é exatamente isso que irá garantir que ele é rico no ácido graxo.  

Contraindicações do suplemento

O suplemento é contraindicado para pessoas com problemas de coagulação, como os portadores de hemofilia, pois há o risco de hemorragia já que o ácido graxo evita coagulações. 
Pessoas com próteses cardíacas também devem evitar o consumo. Quanto a gestantes, a suplementação pode ser feita, desde que com as doses corretas, pois o excesso do ômega 3 pode causar problemas no feto. 

Riscos do consumo em excesso de ômega 3

O excesso de ômega 3 no organismo pode causar uma série de problemas. Apesar de ser um potente anti-inflamatório, o ômega 3 em grandes quantidades pode favorecer um processo pró-inflamatório que chega a induzir a resistência à insulina, causar hemorragia e em casos de pessoas com obesidade, o quadro pode piorar. 
Além disso, o ácido graxo em grandes quantidades pode induzir a esclerose lateral amiotrófica, doença das células nervosas do cérebro e da medula espinhal que controlam o movimento voluntário dos músculos. Assim, as pessoas com a doença têm perda gradual de força e coordenação muscular que finalmente piora e impossibilita a realização de tarefas rotineiras como subir escadas, levantar-se ou engolir. Em gestantes, alguns estudos demonstraram que o excesso do ômega 3 pode levar a uma resposta neurológica anormal do feto. 

NUTRICIONISTA MARCELY ETCHICHURY

sábado, 12 de setembro de 2015

AÇÚCAR: O grande vilão da saúde!



Você consegue ficar quanto tempo SEM AÇÚCAR?


Nunca parou para pensar nisso?


O açúcar é um dos grandes vilões da dieta e do bom funcionamento do organismo. O açúcar refinado não traz benefícios à saúde porque representa calorias vazias, sem nenhum nutriente. Ele é apenas um alimento calórico de baixa qualidade nutricional.

dependência química do açúcar é decorrente da alta sensação de prazer que sua ingestão oferece. Esse estímulo aos neurotransmissores cerebrais, causa o consumo intenso e exagerado do açúcar. Drogas ilícitas, como a cocaína, funcionam com o mesmo mecanismo.

Ele altera o meio digestivo do estômago, prejudicando a absorção de vitaminas e minerais, o que dificulta a digestão e absorção intestinal. Também é fonte de energia de fungos e más bactérias, que alteram o pH do intestino, dificultando a assimilação de nutrientes essenciais ao bom funcionamento do corpo.

O consumo de açúcar também traz prejuízos ao funcionamento do intestino. É um dos alimentos preferidos das bactérias patogênicas, que destroem a flora intestinal. Isso também dificulta a absorção dos nutrientes importantes.

A insulina, hormônio que estimula a queima de glicose nas células, ajuda a controlar o nível de açúcar no sangue, que não pode ser alto. O consumo frequente e exagerado de açúcar cria nas células uma resistência à ação da insulina, o que ele o nível de glicose no sangue, causando diabetes tipo 2.

Um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, descobriu que uma dieta com elevada dose de açúcar deixa o cérebro mais lento, dificultando a memória e a aprendizagem.


Outro problema diretamente ligado ao consumo exagerado de açúcar é o aumento dos radicais livres no organismo. Além de dificultar a perda de peso, a multiplicação desses radicais livres estimula o envelhecimento precoce. Eles alteram o funcionamento das células, favorecendo o envelhecimento celular.
Caracterizado pela multiplicação desequilibrada e acelerada de células cancerígenas. A insulina ajuda a regular o funcionamento das células. A ingestão de açúcar inibe a ação da insulina, o que aumenta os ricos de câncer. Além disso, o açúcar serve de alimento para as células cancerígenas.

E, além disso tudo, a ingestão de açúcar é inimiga número um da saúde bucal. O aumento de cáries também está diretamente ligado ao açúcar e seus malefícios.


O que você está esperando para DIMINUIR O CONSUMO DE AÇÚCAR OU ATÉ MESMO CORTÁ-LO DA SUA ALIMENTAÇÃO?


SUGESTÕES DE SUBSTITUTOS DO AÇÚCAR

  • Troque o açúcar branco pelo DEMERARA OU MASCAVO
  • Para quem é Diabético existe o adoçante Stévia ou Sucralose. Mas com muita moderação, afinal, o ideal seria não consumir!
  • Tem também o AGAVE para substituir o açúcar branco refinado.
Nos próximos post irei falar de cada um deles! 



NUTRICIONISTA MARCELY ETCHICHURY

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Pizza Sem Glúten, Sem Leite e Sem Ovos!




Pizza Vegana Glúten free!



Ingredientes:

- 1 colher de sopa de fermento biológico seco

- 3/4 de xícara de farinha de arroz integral

- 2/3 de xícara de polvilho azedo

- 3 colheres das de chá de goma xantana ou gomar guar

- 1 colher das de chá de sal rosa do himalaia

- 1 colher das de chá de açúcar demerara

- 1 e 1/2 colher de chá de agar agar

- 3/4 de xícara de água morna

- Molho de tomate caseiro sem sódio para cobertura e outros ingredientes a gosto.


Modo de fazer:

1º Pré-aqueça o forno a 180º C.

2º Unte uma forma redonda para pizza com 30 cm de diâmetro com óleo de coco e enfarinhe. 

3º Em uma vasilha média misture todos os ingredientes secos. Adicione a água morna e bata com a batedeira em velocidade máxima por 3 minutos.

4º Transfira a massa para a forma untada, polvilhe farinha de arroz por cima e vá abrindo a massa na forma com as mãos, polvilhando mais farinha de arroz para não grudar nos dedos. Deixe a borda mais grossa.



5º Leve ao forno pré-aquecido e asse-a por 15 minutos. Enquanto isso prepare a cobertura. Retire a massa do forno e rapidamente espalhe a cobertura de seu gosto. Retorne ao forno e asse por mais 20 minutos.
Você ainda pode transfirar a massa para uma grade específica de pizzas e assá-la por mais 5 minutos para deixá-la mais crocante.





Sugestões de recheio:
Tomate, Cebola, Pimentão, Manjericão, Rúcula, Orégano, Queijo Vegano, Palmito, Ervilha, Milho, Alho torrado.

Sopa proteica para emagrecer!




Nada melhor nesse friozinho do que uma sopa gostosa e saudável que vai te auxiliar no tão sonhado emagrecimento ou até mesmo a manter a forma!


cevadinha (ou cevada em grão) é um excelente aliado de quem está querendo emagrecer de forma saudável. O cereal é diurético, ajuda a limpar o sangue e os rins de impurezas, a diminuir a retenção de líquidos e a reduzir a gordura.
cevada em grão pode ser usada como uma alternativa ao arroz, em sopas, pães e até em saladas. Além de limpar o organismo e ajudar na perda de peso, os grãos ainda são bons para quem tem doenças respiratórias.
Mas, é necessário deixar claro que nenhum alimento é milagroso por si só! Portanto, é necessário que haja uma alimentação equilibrada, saudável e individualizada com acompanhamento de um Nutricionista em conjunto com a prática de exercícios físicos regulares com acompanhamento.
Hoje vou colocar no Blog da nutri uma receita de sopa proteica e detox que você pode fazer três vezes por semana substituindo o jantar!

SOPA PROTEICA DE CEVADINHA COM COGUMELOS

Ingredientes

  • 1 xícara de cevadinha
  • 2 xícaras de cogumelos shitake cortados em tiras
  • 1 cenoura cortada em cubinhos
  • 1 cebola
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 aipo cortado em cubinhos
  • 1 xícara de couve
  • tomilho fresco
  • 2 colheres de sopa de manteiga ghee ou óleo de coco
  • salsinha (opcional)
  • sal e pimenta a gosto

Modo de preparo

1. Em uma panela grande, esquente uma parte da manteiga e coloque a cenoura e o aipo. 
2. Doure por cerca de 2 minutos.
3. Adicione o restante da manteiga, a cebola, os shitakes e o alho e doure por mais cerca de 10 minutos ou até que os cogumelos estejam macios (mas não moles) e levemente tostados.
4. Adicione a couve e a cevadinha, misturando bem, tampe e deixe até começar a ferver. 
5. Então adicione o sal e a pimenta, um punhado de tomilho fresco e deixe cozinhando por cerca de 30 minutos, ou até a cevadinha estar bem macia. 
6. Adicione a salsinha picada, sirva em bowls individuais e decore com o restante do tomilho.
O ideal é consumí-la dentro de um plano alimentar com variedade de alimentos (frutas, legumes e verduras, principalmente) e na quantidade ideal para o seu organismo.