quarta-feira, 14 de outubro de 2015

CARNE VERMELHA X CÂNCER

Atualmente, pesquisas já mostram que uma dieta inadequada está entre os fatores que provocam o câncer em vários locais do corpo. Entre eles, o câncer de esôfago, de estômago, do reto, da próstata, da mama e do cólon (intestino grosso). De uma maneira geral, um terço de todos os cânceres são causados por hábitos alimentares inadequados. Se a alimentação for pobre em fibras, pior ainda. As fibras, por serem originadas de células vegetais, colaboram para o bom funcionamento do intestino, ajudam a reduzir os riscos de se ter um câncer e até mesmo a emagrecer. Os carboidratos, se ingeridos exageradamente, se transformarão em glicose que estimulará a produção excessiva de insulina. Esse processo também pode incentivar o aparecimento de tumores gástricos.




Engana-se quem pensa que a linguiça, a carne assada, principalmente com gorduras, e o lombo defumado só trazem problemas do coração ou dos vasos sanguíneos, além de engordar. As carnes assadas em brasa ou defumadas, se ingeridas em quantidade excessiva durante a vida, podem causar até o câncer. Tudo isso porque elas podem conter uma substância chamada amina heterocíclica. Essa substância tem a capacidade, depois de absorvida pelo intestino, de entrar no interior das células sadias e prejudicá-las a ponto de gerar um câncer. Então, o melhor caminho para o bem estar é ter hábitos alimentares saudáveis e não exagerar no consumo de carnes assadas e carboidratos.

No caso das carnes feitas em churrasqueiras, essa substância é produzida pelo calor da brasa que forma aquela parte preta, bem assada e crocante. O problema dos alimentos que passam pelo processo de defumação é que eles ficam impregnados pelo alcatrão aquela mesma substância que é responsável pelo sabor do cigarro e está normalmente ligada a doenças como o câncer e o enfisema pulmonar. E as gorduras, que mais atraem a atenção dos viciados em churrasco, se consumidas excessivamente, podem provocar dificuldade na digestão e forçar o fígado e o estômago a estimularem a produção exagerada de ácido para digeri-las. Esse ácido pode corroer as paredes do estômago e do intestino e também provocar o aparecimento de tumores malignos.

Muitos estudos científicos relacionam o consumo de carne de churrasco e câncer de estômago. É muito importante salientarmos que estas doenças aparecem ao longo de nossas vidas e que a soma da má alimentação, sedentarismo, estresse faz com que haja o aparecimento destas doenças. Outro malefício bastante comum é o aumento de dor de estômago causado pela dificuldade de digestão que estas carnes provocam. Esta má digestão pode causar lesões na parede do estômago e menor absorção de vitaminas e minerais importantes.

Vários estudos epidemiológicos mostraram associações entre pessoas que consomem enormes quantidades de carne frita ou churrasco e os que sofrem de câncer no cólon, pâncreas, próstata e outros órgãos. Pessoas que comem bifes entre o ponto médio e o bem passado, por exemplo, se mostraram três vezes mais propensas a desenvolver câncer de estômago do que os que preferiam seus bifes mal passados. Em outro estudo, homens que ingeriam dez gramas diários de carne bem passada – bacon crocante, salsichas, bifes, carne de porco ou hambúrgueres – apresentavam um risco de câncer de próstata 40% mais alto.

A fumaça do churrasco pode provocar câncer de boca. Esse é o resultado alarmante de uma pesquisa científica desenvolvida por um dos mais conceituados oncologistas do país, o professor Luiz Paulo Kowalski, diretor do departamento de cirurgia de cabeça e pescoço do Hospital de Câncer A.C. Camargo, de São Paulo, professor da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) e uma das maiores autoridades mundiais em câncer de boca, com várias publicações no Exterior.

O estudo revelou que pessoas que comem churrasco ou carne grelhada mais de três vezes por semana têm de cinco a sete vezes mais possibilidade de desenvolver o câncer de boca. O problema está na fumaça do carvão para grelhar o churrasco, afirma o oncologista. A fumaça contém agentes causadores de câncer que ficam impregnados na carne e, em contato direto com a boca, podem provocar a doença.


Nosso intestino é um intestino curto assim como dos animais herbívoros, portanto, o consumo de carne é muito lento, por ter que passar por todas as nossas alças intestinais, aumentando a proliferação bacteriana e nos causando muitos problemas. Cuidado com o excesso! Para você um bifinho de 100g todos os dias é inofensivo O consumo de carne vermelha a cima de 500 gramas por semana é prejudicial a saúde e pode causar câncer. O problema é que a população consome muito mais do que 500 gramas por semana. Se você come 100 gramas de carne vermelha no almoço sete dias da semana, você está consumindo 700 gramas, isso porque nem contei a carne do jantar e dos churrascos ou churrascaria no final de semana.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Veganos & Ômega 3

Os benefícios do ômega 3 para a saúde!
A cada dia as pesquisas demonstram o quanto nosso corpo depende do ômega 3 para manter-se em equilíbrio, saudável e evitar os males comuns que chegam com o avanço da idade. A sua importância é muito abrangente pois vários órgãos e estruturas dependem da sua presença. Comprovadamente existem benefícios que o Ômega 3 proporciona na saúde do coração, cérebro, imunidade, gravidez e lactação, na infância, em idosos e praticantes de atividade física. Ou seja, todas as pessoas de todas as idades se beneficiam de suas propriedades.
O ômega-3 contribui para a manutenção dos níveis de colesterol bom e da pressão arterial e ainda atua na prevenção da aterosclerose, que é o depósito de gordura ruim nas artérias, promovendo a saúde dos vasos sanguíneos. Além disso, ainda auxiliam no combate de processos inflamatórios e esse é o seu principal papel. Qualquer processo inflamatório dentro dos vasos é o primeiro passo para o acúmulo de gorduras que progredirá para a formação das placas que são a causa dos maiores problemas cardiovasculares.
Participa do desenvolvimento do cérebro, desde a fecundação do óvulo até principalmente os 5 anos de idade. Tem papel fundamental na estrutura de comunicação entre as células nervosas, tornando esse processo mais rápido, eficiente e impactando na memória, foco, aprendizagem e concentração. Além disso tudo, ainda protege as células do cérebro contra os danos do stress oxidativo. A “capinha” que reveste cada neurônio tem como ingrediente o ômega 3, imaginem o quanto é importante que esse neurônio tenha uma boa proteção ao longo da vida, quanto mais protegido mais eficiente será a passagem do estímulo nervoso: mais criatividade, concentração, inteligência e o contrário, ou seja, a perda natural desta proteção é uma das causas das doenças degenerativas de sistema nervosos como o Mal de Alzheimer e Doença de Parkinson.
A proporção de ácidos graxos essenciais que uma pessoa consome afeta diretamente sua saúde e a resposta do seu sistema imune. Alguns estudos evidenciam que o ômega-3 auxilia naturalmente a regular a resposta imune e fornece suporte aos sistemas de reparos internos, que atuam no nosso organismo, frente a stress e lesões.
As crianças são as maiores beneficiadas com o consumo de ômega-3. Ao longo de toda a infância, elas dependem bastante da atuação dessa gordura para um completo desenvolvimento cerebral, imunológico, visual, emocional e cognitivo. Isso acontece pois existe um rápido e constante crescimento cerebral durante a infância e o consumo dos ácidos graxos essenciais influenciam positivamente nesse desenvolvimento.
Durante o período de lactação, o leite contém as quantidades necessárias de nutrientes que o bebê necessita. Alguns estudos mostraram que as crianças amamentadas com leite materno tem melhor desenvolvimento neuro-cognitivo e que quanto maior a duração do aleitamento materno, maior foi o quociente de inteligência avaliado aos 8 e 9 anos de idade.
É importante que após o desmame,  alimentos fontes de ácidos graxos essenciais faca parte da rotina alimentar da criança, para garantir todos os seus benefícios.
Durante exercícios de alta intensidade, a demanda sobre o sistema circulatório aumenta consideravelmente. Isso se dá por conta da necessidade maior de oxigênio e nutrientes nos músculos, pulmões e cérebro. O ômega-3 exerce papel importante no suporte a função pulmonar, promovendo o transporte de oxigênio para os órgãos alvos, na recuperação da frequência cardíaca apos esforço, do stress físico nessas situações, além de exercer importante efeito antiinflamatório.
VEGETARIANOS & VEGANOS:
Estudos mostraram que os vegetarianos  e os veganos apresentam menor quantidade de ácido graxo poliinsaturado (ômega 3) no organismo quando comparado com pessoas com  ingestão regular de alimentos fonte dessa gordura.
A dieta vegetariana pode oferecer boas fontes de uma outra gordura, o acido alfa linolênico (ALA), através do consumo de castanhas, nozes, ovos, algas e semente de linhaça. Mas a conversão no corpo humano de ALA em ácido graxo poliinsaturado é baixa.
Sendo assim, alguns estudos tem chamado a atenção para outras fontes vegetais que são convertidas de maneira mais eficaz quando comparadas ao ALA. Uma delas é o uso do óleo de echium  (Echium plantagineum), sendo enorme potencial como alternativa para auxiliar os vegetarianos na adequação do perfil de ômega 3. Outra fonte de ômega 3 são as Savi Seeds, sementes de uma planta em formato de estrela do Peru: são as fontes mais ricas de ômega 3 de todo o planeta, com cerca de 18 vezes mais gorduras boas do que o salmão selvagem.






SAVI SEEDS: Baixo teor de carboidratos, fornece 30g de proteína a cada 100g.
Deixam pele e cabelo mais bonitos justamente por combaterem os radicais livres. Ainda têm grande concentração de fibras, que controla a glicemia, mantém ativa a flora intestinal de bactérias do bem e estimula a saciedade precoce.








Echium plantagineum é uma espécie de Echium nativa na Europa ocidental e do sul, norte da África e sudoeste da Ásia. Contêm quantidades significativas de ácido gama linolênico (GLA), e ácido estearidônico (SDA), que também é um importante intermediário na produção de uma série de compostos no organismo. Ambos os ácidos são feitos pela mesma enzima. O Óleo de Echium é produzido através da extração das sementes de Echium plantagineum. Após a extração, um rigoroso processo de refinação é realizado para produzir um óleo saudável e limpo. 


NUTRICIONISTA MARCELY ETCHICHURY

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ZHANG P, BOUDYGUINA E, WILSON MD, et al. Echium oil reduces plasma lipids and hepatic lipogenic gene expression in apoB100-only LDL receptor knockout mice. Journal of Nutritional Biochemistry. 2008;1 9(10 ):655–663. JAMES MJ, URSIN VM, CLELAND LG. Metabolism of stearidonic acid in human subjects: comparison with the metbolism of other n-3 fatty acids. AM J Clin Nutr 2003; 77:1140-. COUPLAND, K. Stearidonic acid: A plant produced omega-3 PUFA and a potential alternative for marine oil fatty acids. Lipid Techn. 2008; 20 (7): 152-4. FAN YY, RAMOS KS, CHAPKIN, RS. Dietary gamma-Linolenic acid suppresses aortic smooth muscle cell proliferation and modifies atherosclerotic lesions in apolipoprotein E Knockout Mice. J. Nutr. 2001; 131: 1675-81. ENGLER MM, SCHAMBELAN M, ENGLER MB, BAL, DL, GOODFRIEND TL. Effects of dietary gammalinolenic acid on blood pressure and adrenal angiotensin receptors in hypertensive rats. Proc Soc Exp Biol Med 1998; 218: 234-37. YAMAZAKI K, FUJIKAWA M, HAMAZAKI, T, YANO S, SHONA T. Comparision of the coversion rates of alpa-linolenic acid and stearidonic acid to longer PUFA’s in rats. Bioch Bioph Acta1992 1123: 18-26. NCCAM offers more information on complementary and alternative medicine (CAM) as it relates to cardiovascular disease, including fact sheets and clinical trials (studies in people). 

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

SAÚDE CEREBRAL E ALIMENTAÇÃO

Você sabia que o cérebro humano tem a capacidade de mudar, se adaptar e se recuperar? Esse conceito se denomina NEUROPLASTICIDADE. Hoje, sabe-se que o cérebro pode ser estimulado para tal através da dieta, atividade física e estilo de vida!



Os problemas relacionados às doenças cerebrais são tantos e tão assustadores, que dados mostram que os custos atuais nos Estados Unidos relacionados a doença neurodegenerativas estão estimados em mais de 159 bilhões de dólares ao ano e, com o envelhecimento da população, espera-se que haja um aumento em torno de 80% em 2040.

Com 5,4 milhões de norte-americanos com a Doença de Alzheimer - uma em cada oito pessoas com idade acima de 65 anos - pode-se afirmar que estamos atingindo proporções epidêmicas. Nos próximos 20 anos, a previsão é de que o Alzheimer afete um a cada quatro americanos, tornando-se tão prevalente quanto à OBESIDADE e o DIABETES. A cura para essa doença ainda não é conhecida, porém, pesquisas mostram que PODE SER PREVENIDA!



O índice de atrofia cerebral (redução do tamanho do cérebro) aumenta com a idade e é a principal causa da redução da capacidade cerebral (declínio cognitivo) e morte prematura.

Mesmo que um adulto esteja completamente saudável, ele pode estar perdendo até 0,4% de sua massa cerebral por ano. Além disso, a atrofia de regiões cerebrais específicas está associada a problemas como a atrofia do lobo temporal que representa 81% de aumento do risco de DEPRESSÃO.

Um número cada vez maior de neurocientistas acredita que a atrofia cerebral pode ser prevenida, diminuída através de hábitos saudáveis e o uso de suplementos. Isso porque, descobriu-se, por exemplo, que condições cardiovasculares, diabetes, problemas de sono, distúrbios de ANSIEDADE e alimentação podem estar associados à ela. Pesquisas recentes possibilitaram a melhor compreensão da capacidade do ômega-3 em suspender o declínio da capacidade cerebral, relacionada à idade e doenças.


Os ácidos graxos ômega-3 fazem parte de uma grande porção das membranas cerebrais onde exercem uma série de funções como melhorar a permeabilidade das membranas celulares (melhorando a nutrição celular), ação anti-inflamatória e proteção das células dos efeitos lesivos do ESTRESSE (níveis elevados de cortisol). De fato, 30 a 50% dos ácidos graxos das membranas dos neurônios são constituídos pelos ácidos graxos poli-insaturados de cadeia longa que inclui o grupo do ômega-3, em especial o DHA que deriva, em sua maioria, de DIETA e/ou SUPLEMENTAÇÃO. Com o avançar da idade, o teor de ômega-3 nas membranas celulares, em áreas essenciais de processamento da memória, diminui, o que faz com que os cientistas acreditem que essa diminuição seja uma das causas do declínio cognitivo normal em doenças crônicas como o Alzheimer.

Uma pesquisa publicada pela revista Neurology, da Academia Americana de Neurologia, relacionou níveis mais elevados de ômega-3 a um maior volume cerebral em idades avançadas. Os pesquisadores analisaram os níveis de ácidos graxos ômega-3 EPA (ácido eicosapentaenoico) e DHA (ácido docosaexaenoico) no sangue de mulheres que fizeram parte do Estudo de Memória da Iniciativa da Saúde da Mulher, do Instituto Nacional da Saúde dos Estados Unidos. As participantes da pesquisa, com idade média de 78 anos, fizeram ressonância magnética para medir o volume do cérebro oito anos após o início do estudo. Como resultado, um volume cerebral 0,7% maior correspondeu àquelas mulheres que apresentavam o dobro de ômega-3 no sangue, além de volume 2,7% maior no hipocampo, área considerada de extrema importância no armazenamento da memória e que sofre atrofia com a idade.

Níveis mais elevados de ômega-3 podem ser conseguidos através de dieta e/ou uso de suplementos, e os resultados sugerem que o efeito sobre o volume do cérebro é o equivalente a retardar o envelhecimento das células cerebrais por alguns anos.

Não pense que somente idosos se beneficiam com o consumo de ômega-3. Um novo achado interessante é que a suplementação de ômega-3 também ajuda na formação do cérebro. Um grande estudo publicado na revista Lancet, mediante análise da dieta de 12 mil mulheres grávidas, concluiu que os filhos das mulheres que consumiram mais ômega-3 foram 52% mais propensos a ter maior pontuação em testes de Quociente de Inteligência (QI) aos 4 anos de idade. Os ácidos graxos ômega-3 EPA e DHA desempenham um papel importante na CONSTRUÇÃO DO CÉREBRO e trabalhos como este têm mostrado a capacidade dessa substância de gerar crianças mais inteligentes, isto é, com um cérebro mais saudável.



Já o déficit de ômega-3 na infância têm sido associado à maturação cerebral prejudicada e disfunções cognitivas, especialmente manifestado em MAIOR RISCO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO e/ou HIPERATIVIDADE, entre outros distúrbios comportamentais. 

Na vida adulta, a diminuição dos níveis de ômega-3 pode contribuir para o desenvolvimento de ansiedade, depressão, agressividade, demência, além de outras condições de saúde mental e até mesmo criminais.

CUIDADO!!!!
O consumo de suplementos de ômega-3 sem supervisão e acompanhamento NUTRICIONAL pode ser prejudicial à saúde pois somente ele avaliará a CONTAMINAÇÃO COM METIL MERCÚRIO DO SUPLEMENTO DE ÔMEGA-3. 

Os peixes predadores são mais propensos ao acúmulo do mercúrio, pois se alimentam de outros peixes já contaminados, conforme mostra a figura abaixo. Consulte seu nutricionista para identificar possíveis alimentos e suplementos contaminados com mercúrio e saber como substitui-los em sua dieta! 




ESTÁ ESPERANDO O QUE PARA SE CONSULTAR COM A NUTRICIONISTA MARCELY E MELHORAR SEUS HÁBITOS DE VIDA, AUMENTAR O CONSUMO DE ÔMEGA-3 DE ACORDO COM A SUA NECESSIDADE?

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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

DIMINUINDO A GORDURA ABDOMINAL



A gordura localizada na barriga tem efeitos prejudiciais sobre a saúde geral devido a sua natureza inflamatória. Essa adiposidade visceral tem sido associada a taxas mais elevadas de risco cardiometabólico que outros tipos de adiposidades. 






Recentemente um estudo piloto recrutou um total de 20 mulheres obesas com idades entre 18 a 40 anos para testar a eficácia da suplementação do Aminoácido Arginina como tratamento da gordura abdominal. As participantes toleraram bem a suplementação de arginina não apresentando efeitos secundários nocivos. 

A circunferência abdominal diminuiu de 115,6 para 109,2 cm e  o peso reduziu de 98,6 para 95,7 em 12 semanas. O estudo concluiu que o uso da Arginina para redução da gordura abdominal pode ser efetivo.

O aumento da liberação do Hormônio de Crescimento (que é lipolítico, queima mais a gordura abdominal), produção de óxido nítrico e síntese de novas mitocôndrias no tecido adiposo são alguns dos motivos pelo qual se compreende este efeito "queimador" de gordura abdominal que a arginina tem.

Junto com uma alimentação saudável e equilibrada e a prática de exercícios físicos regulares, a arginina pode ser um complemento para auxiliar na redução da gordura abdominal em obesos.

Nutricionista Marcely Etchichury

terça-feira, 15 de setembro de 2015

DEPRESSÃO & ÔMEGA 3



Dados da Organização Mundial da Saúde mostram aumento da incidência de depressão nos últimos 10 anos, sobretudo infanto-juvenil, a qual praticamente dobrou nesse período (de 4,5% para 8%).





Algumas desordens neurológicas, como os transtornos de humor, podem estar relacionadas ao consumo inadequado de ácidos graxos - uma dieta rica em ômega 6 (pró-inflamatório) e pobre em ômega 3 (anti-inflamatório) parece favorecer essa situação (atualmente os indivíduos chegam a consumir 30 vezes mais ômega 6 do que ômega 3, quando essa relação deveria ser 2 ou 3 para 1).
*Em 2011, o pesquisador Transkanen relacionou o consumo de peixes com menor risco de depressão e tendências suicidas.
Sabe-se que os ácido graxos na dieta, em especial o ômega 3, podem promover melhora do desempenho cognitivo, da atividade cerebral e facilitar a comunicação entre as células do cérebro (podem alterar a fluidez das membranas celulares e a composição dos fosfolipídeos do sistema nervoso central).
Segundo duas meta-análises:
✅ a fração EPA - ácido eicosapentanóico - do ômega 3 seria mais eficaz do que a a fração DHA - ácido docosa-hexanóico - na prevenção/tratamento da depressão (J Am Coll Nutr. 2009 Oct;28(5):525-42);
✅ para ter efetividade na prevenção/tratamento da depressão, é necessário que o EPA seja >60% do total de EPA+DHA (J Clin Psychiatry. 2011 Dec;72(12):1577-84.
Como nossa alimentação é pobre em ômega 3 (nossos salmão e truta são de cativeiro, por exemplo 😭), o ideal é usufruir da suplementação, mas com qualidade. Leia bem as informações do rótulo e prefira consumir produtos que sofreram ultra-filtragem, que possuam vitamina E na composição, que sejam livres de metais pesados e que mantenham a relação de 2/3 de EPA para 1/3 de DHA. 
Os ácidos graxos podem ser classificados em três tipos: saturado, monoinsaturado e poli-insaturado. O ômega 3 é uma gordura poli-insaturada. Ele representa uma família de ácidos graxos e os tipos mais frequentes e melhores para a saúde são: ácido alfa-linolênico, ácido eicosapentaenoico (EPA) e o ácido docosahexaenoico (DHA). Entre os benefícios mais reconhecidos do ômega 3 está a proteção da saúde cardiovascular e cerebral. 
O EPA e o DHA são encontrados nos animais marinhos, especialmente os peixes, enquanto o ácido alfa-linoleico é de origem vegetal e pode ser convertido em DHA ou em EPA, é o caso da chia e da linhaça. Contudo, somente uma pequena parcela deste ácido vindo das plantas pode se transformar no organismo, por isso o consumo dos outros ácidos graxos também é muito importante. 
Esses ácidos graxos são chamados de essenciais, afinal, o organismo não consegue produzi-los. Quando são ingeridos, essas gorduras possuem como função mais nobre serem as responsáveis pela elaboração da camada lipídica em torno da célula. Quando as membranas celulares estão repletas destes ácidos as funções das células ocorrem de forma muito melhor. 
Outros pontos muito importantes nos quais esses lipídeos agem são na formação da bainha de mielina, um componente dos neurônios, e no recobrimento da retina ocular, parte dos olhos que tem o papel principal de transformar o estímulo luminoso em estímulo elétrico para o cérebro poder realizar o processo de enxergar. 

Os benefícios do ômega 3

Bom para o coração: O ômega 3 age de duas maneiras para proporcionar benefícios ao sistema cardiovascular. O EPA diminui as atividades das plaquetas sanguíneas, evitando coágulos de sangue, que podem levar a um derrame ou infarto, e também reduzem os níveis de triglicerídeos, outro tipo de gordura que é ruim para o organismo quando está elevada. Já o DHA ajuda a evitar arritmias cardíacas, estabilizando a atividade elétrica no coração. 
O consumo desse ômega não assume apenas efeitos preventivos. No Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, o cardiologista Michael Burr constatou que vítimas de ataques cardíacos aumentaram as chances de evitar novos problemas em 29%, passando a comer peixe ricos nessa gordura pelo menos duas vezes por semana. 
Diminui o colesterol: Esses ácidos graxos modificam a composição química do sangue, provocando o aumento dos níveis do HDL (colesterol bom) e a diminuição dos níveis de LDL (colesterol ruim). Quando está em excesso, há o risco dele se depositar nas artérias e provocar o seu entupimento levando a doenças cardiovasculares, como infarto e hipertensão e derrame cerebral. Ele também consegue reduzir os níveis de triglicerídeos do sangue.  
Regula a pressão arterial: O ômega 3 é capaz de evitar a formação das placas de gordura na parede das artérias e garantir a flexibilidade das veias e artérias, afastando o risco de doenças como hipertensão, aterosclerose, infarto e derrames. 
Um estudo realizado pela Harvard School of Public Health dos Estados Unidos observou que a pressão arterial elevada é a responsável por 31% do aumento do risco de doenças cardíacas e 65% do risco de derrame. 
Bom para a visão: Este ácido graxo é essencial para a visão porque participa do recobrimento da retina. Esta parte dos olhos tem o papel principal de transformar o estímulo luminoso em estímulo elétrico para o cérebro ser capaz de realizar o processo de enxergar. 
A degeneração da mácula, parte da retina responsável pela percepção de detalhes, é prevenida graça ao consumo de ômega 3. Estudos publicados na revista especializada Ophtalmology, da Universidade Tufts de Boston nos Estados Unidos, mostraram que o índice de degeneração macular é mais baixo entre pessoas que consomem peixes, alimento rico em ômega 3, e demonstrou que este ácido graxo pode afetar o desenvolvimento ou a progressão da degeneração macular. 
Cerca de 3 mil voluntários da pesquisa que consumiam uma ou mais porções de peixes ricos em ômega 3 por semana mostraram uma probabilidade 60% inferior de apresentar a degeneração da mácula em estágio avançado.  
Bom para o cérebro: O ômega 3 age na formação da bainha de mielina, um componente dos neurônios. Assim, ocorre a melhora do desempenho cognitivo, da atividade cerebral e comunicação entre as células do cérebro. O ácido graxo também conta com efeito vasodilatador e por isso ocorre o aumento do aporte de oxigênio e nutrientes.
Uma pesquisa realizada pela Northumbria University, do Reino Unido, observou que o consumo de peixe, alimento rico em ômega 3, semanalmente melhora a circulação cerebral e diminui os riscos de demência ao envelhecer. 
Outras pesquisas apontaram a melhora do desenvolvimento escolar em crianças e adolescentes. Elas também observaram a diminuição do risco de doenças de Alzheimer e cansaço mental e a redução da ansiedade e da insônia após o consumo de alimentos ricos em ômega 3. 
Combate a depressão: Pessoas portadoras de depressão possuem níveis baixos de ômega 3 o que pode ocasionar a diminuição do número de funções de neurotransmissores e receptores. A ingestão de ômega melhora a fluidez das membranas que encapam as células nervosas e aumentam a produção de diversos neurotransmissores como serotonina, dopamina e noradrenalina, melhorando assim o humor e o bem-estar. 
Alivia os sintomas da artrite reumatoide: O consumo do ômega 3 contribui para o alívio dos sintomas desta doença porque ele possui ação anti-inflamatória. Este ácido graxo funciona como um bloqueador ou interceptador de uma enzima que produz o processo inflamatório. 
É importante ressaltar que o lipídeo irá ajudar no tratamento do problema associado a outros medicamento. Por sua ação anti-inflamatória, o ômega 3 é interessante para outras doenças autoimunes de cunho inflamatório. 
Ômega 3 e diabetes: Uma pesquisa realizada pela Universidade de Valência, na Espanha, analisou o consumo de carne e peixe em 945 pessoas entre 55 e 80 anos com alto risco cardiovascular e descobriu que o consumo de peixe, que é rico em ômega 3, está associado a menor incidência de diabetes tipo 2 e a diminuição da concentração de glicose, enquanto o consumo de carne vermelha está relacionado à obesidade. 
Os estudiosos acreditam que isto ocorre porque o aumento do ácido graxo nas células dos músculos esqueléticos melhora a sensibilidade à insulina. 
Outro estudo publicado pela Universidade de Harvard notou que o ômega 3 previne o diabetes tipo 2. Este lipídeo aumenta os níveis de um hormônio chamado adiponectina que é benéfico em processos que afetam o metabolismo, como a regulação do açúcar no sangue e processos inflamatórios. 
Ômega 3 e a obesidade: O ômega 3 é interessante para combater a obesidade devido à sua ação anti-inflamatória. Afinal, a obesidade é um processo inflamatório e age de maneira a interferir na forma como o cérebro percebe a presença de comida no corpo. O organismo também utiliza o ômega-3 para produzir prostaglandinas, substâncias químicas que têm participação em muitos processos, inclusive no combate às inflamações dos vasos sanguíneos. 
Em indivíduos obesos a gordura saturada acaba tomando parte do lugar do ômega 3 no cérebro e no organismo como um todo. Quando isso ocorre a região do cérebro chamada hipotálamo que controla a fome e o gasto energético fica inflamada e deixa de realizar suas funções tão bem. Quando a pessoa volta a consumir o ômega 3 esta parte do cérebro volta a funcionar corretamente. 
Além disso, o ômega 3 consegue modular a expressão de neurotransmissores que controlam a fome e reduz a presença de proteínas responsáveis por aumentar o apetite. Em um estudo preliminar realizado com ratos, o nutricionista e pesquisador da Universidade Estadual de Campinas Dennys Cintra observou estes benefícios do ômega 3 em relação à obesidade. 
Ômega 3 na gravidez
É recomendada a suplementação com ômega 3 na gravidez, pois ele melhora o desenvolvimento neurológico da criança, e nos bebês prematuros esta suplementação melhora suas capacidades cognitivas, visto que a deficiente ingestão desta gordura está associada a menor QI do bebê.
A suplementação com ômega 3 também pode ser efetuada durante a fase da amamentação para suprir as necessidades acrescidas da mãe e do filho.
O ômega 3 é um nutriente muito importante para as funções cerebrais, pois 60% do cérebro é constituído por gordura sendo que na sua maior parte de Ômega 3.  A deficiente ingestão desta gordura está associada a maior perda de memória do idoso, e a elevados níveis de sentimentos de angústia.

O quanto consumir de ômega 3

A quantidade diária recomendada de ômega 3 é polêmica. Apesar de a Sociedade Americana do Coração orientar até 4 gramas ao dia, é justamente esta porção que em alguns estudos leva a complicações de saúde. Por isso, especialistas defendem a porção de até um grama de ômega 3 ao dia

Alimentos ricos em ômega 3

Os alimentos que possuem a maior quantidade de ômega 3, DHA e EPA, são os peixes de águas frias. Isto porque como eles vivem em um ambiente frio tem a tendência de acumular mais gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, especialmente o ômega 3.
  *NÃO RECOMENDO O USO DE SOJA PARA NENHUM OBJETIVO!
Confira as espécies que possuem as melhores quantidades do ácido graxo e veja qual é a porcentagem do valor diário e a quantidade que a porção de 100 gramas de peixe carrega de ômega 3. 
PeixesQuantidade de ômega 3Porcentagem do valor diário de ômega 3
Arenque1,2 a 3,1 gramas215%
Sardinha1,5 a 2,5 gramas275%
Salmão1 a 1,4 gramas120%
Atum0,5 a 1,6 gramas90%
Bacalhau0,2 a 0,3 gramas25%
Linguado0,2 a 0,3 gramas25%
Pescadinha0,2 a 0,3 gramas25%
Fontes: The Nutrition Source, Fats and Cholesterol: out with the bad in with the good, Harvard School of Public Health; Suárez-Mahecha H, Francisco A, Beirão LH, Block JM, Saccol A, Pardo-Carrasco S. Curtis-Prior, P. The eicosanoids. West Sussex: Wiley, 655 p; Frazen-Castle LD, Ritter-Gooder P; Omega-3 and omega-6 fatty acids, University of Nebraska-Lincoln Extension, Insitute of Agriculture and Natural Resources Schmidt EB, Dyerberg, J, Omega-3 fatty acids. Current status in cardiovascular medicine. Drugs 47:405-24 e Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). 
Os óleos de soja e canola, noz e as sementes de chia e linhaça são ricas em ômega 3, no caso o ácido alfa-linolênico. A quantidade diária recomendada de linhaça, 10 gramas, possui 0,54 gramas do ácido graxo. A chia também conta com boas quantidade de ômega 3. 
É importante lembrar que apenas uma pequena quantidade de ácido alfa-linolênico se transforma em DHA ou EPA, portanto é importante consumir também o peixe para se ter boas quantidades de ômega 3. 

Suplementos de ômega 3

Os suplementos de ômega 3 devem ser consumidos somente após a orientação NUTRICIONAL e são orientado caso a pessoa não consiga adquirir o ácido graxo por meio da alimentação, com a ingestão de peixes, linhaça ou chia.  
É preciso ficar atento a fraude de cápsulas, pois atualmente muitas delas não contém o ômega 3. Uma maneira de garantir isso é consumir o óleo de fígado de bacalhau, ele normalmente é evitado devido ao seu gosto considerado desagradável, mas é exatamente isso que irá garantir que ele é rico no ácido graxo.  

Contraindicações do suplemento

O suplemento é contraindicado para pessoas com problemas de coagulação, como os portadores de hemofilia, pois há o risco de hemorragia já que o ácido graxo evita coagulações. 
Pessoas com próteses cardíacas também devem evitar o consumo. Quanto a gestantes, a suplementação pode ser feita, desde que com as doses corretas, pois o excesso do ômega 3 pode causar problemas no feto. 

Riscos do consumo em excesso de ômega 3

O excesso de ômega 3 no organismo pode causar uma série de problemas. Apesar de ser um potente anti-inflamatório, o ômega 3 em grandes quantidades pode favorecer um processo pró-inflamatório que chega a induzir a resistência à insulina, causar hemorragia e em casos de pessoas com obesidade, o quadro pode piorar. 
Além disso, o ácido graxo em grandes quantidades pode induzir a esclerose lateral amiotrófica, doença das células nervosas do cérebro e da medula espinhal que controlam o movimento voluntário dos músculos. Assim, as pessoas com a doença têm perda gradual de força e coordenação muscular que finalmente piora e impossibilita a realização de tarefas rotineiras como subir escadas, levantar-se ou engolir. Em gestantes, alguns estudos demonstraram que o excesso do ômega 3 pode levar a uma resposta neurológica anormal do feto. 

NUTRICIONISTA MARCELY ETCHICHURY

sábado, 12 de setembro de 2015

AÇÚCAR: O grande vilão da saúde!



Você consegue ficar quanto tempo SEM AÇÚCAR?


Nunca parou para pensar nisso?


O açúcar é um dos grandes vilões da dieta e do bom funcionamento do organismo. O açúcar refinado não traz benefícios à saúde porque representa calorias vazias, sem nenhum nutriente. Ele é apenas um alimento calórico de baixa qualidade nutricional.

dependência química do açúcar é decorrente da alta sensação de prazer que sua ingestão oferece. Esse estímulo aos neurotransmissores cerebrais, causa o consumo intenso e exagerado do açúcar. Drogas ilícitas, como a cocaína, funcionam com o mesmo mecanismo.

Ele altera o meio digestivo do estômago, prejudicando a absorção de vitaminas e minerais, o que dificulta a digestão e absorção intestinal. Também é fonte de energia de fungos e más bactérias, que alteram o pH do intestino, dificultando a assimilação de nutrientes essenciais ao bom funcionamento do corpo.

O consumo de açúcar também traz prejuízos ao funcionamento do intestino. É um dos alimentos preferidos das bactérias patogênicas, que destroem a flora intestinal. Isso também dificulta a absorção dos nutrientes importantes.

A insulina, hormônio que estimula a queima de glicose nas células, ajuda a controlar o nível de açúcar no sangue, que não pode ser alto. O consumo frequente e exagerado de açúcar cria nas células uma resistência à ação da insulina, o que ele o nível de glicose no sangue, causando diabetes tipo 2.

Um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, descobriu que uma dieta com elevada dose de açúcar deixa o cérebro mais lento, dificultando a memória e a aprendizagem.


Outro problema diretamente ligado ao consumo exagerado de açúcar é o aumento dos radicais livres no organismo. Além de dificultar a perda de peso, a multiplicação desses radicais livres estimula o envelhecimento precoce. Eles alteram o funcionamento das células, favorecendo o envelhecimento celular.
Caracterizado pela multiplicação desequilibrada e acelerada de células cancerígenas. A insulina ajuda a regular o funcionamento das células. A ingestão de açúcar inibe a ação da insulina, o que aumenta os ricos de câncer. Além disso, o açúcar serve de alimento para as células cancerígenas.

E, além disso tudo, a ingestão de açúcar é inimiga número um da saúde bucal. O aumento de cáries também está diretamente ligado ao açúcar e seus malefícios.


O que você está esperando para DIMINUIR O CONSUMO DE AÇÚCAR OU ATÉ MESMO CORTÁ-LO DA SUA ALIMENTAÇÃO?


SUGESTÕES DE SUBSTITUTOS DO AÇÚCAR

  • Troque o açúcar branco pelo DEMERARA OU MASCAVO
  • Para quem é Diabético existe o adoçante Stévia ou Sucralose. Mas com muita moderação, afinal, o ideal seria não consumir!
  • Tem também o AGAVE para substituir o açúcar branco refinado.
Nos próximos post irei falar de cada um deles! 



NUTRICIONISTA MARCELY ETCHICHURY

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Pizza Sem Glúten, Sem Leite e Sem Ovos!




Pizza Vegana Glúten free!



Ingredientes:

- 1 colher de sopa de fermento biológico seco

- 3/4 de xícara de farinha de arroz integral

- 2/3 de xícara de polvilho azedo

- 3 colheres das de chá de goma xantana ou gomar guar

- 1 colher das de chá de sal rosa do himalaia

- 1 colher das de chá de açúcar demerara

- 1 e 1/2 colher de chá de agar agar

- 3/4 de xícara de água morna

- Molho de tomate caseiro sem sódio para cobertura e outros ingredientes a gosto.


Modo de fazer:

1º Pré-aqueça o forno a 180º C.

2º Unte uma forma redonda para pizza com 30 cm de diâmetro com óleo de coco e enfarinhe. 

3º Em uma vasilha média misture todos os ingredientes secos. Adicione a água morna e bata com a batedeira em velocidade máxima por 3 minutos.

4º Transfira a massa para a forma untada, polvilhe farinha de arroz por cima e vá abrindo a massa na forma com as mãos, polvilhando mais farinha de arroz para não grudar nos dedos. Deixe a borda mais grossa.



5º Leve ao forno pré-aquecido e asse-a por 15 minutos. Enquanto isso prepare a cobertura. Retire a massa do forno e rapidamente espalhe a cobertura de seu gosto. Retorne ao forno e asse por mais 20 minutos.
Você ainda pode transfirar a massa para uma grade específica de pizzas e assá-la por mais 5 minutos para deixá-la mais crocante.





Sugestões de recheio:
Tomate, Cebola, Pimentão, Manjericão, Rúcula, Orégano, Queijo Vegano, Palmito, Ervilha, Milho, Alho torrado.