Os problemas relacionados às doenças cerebrais são tantos e tão assustadores, que dados mostram que os custos atuais nos Estados Unidos relacionados a doença neurodegenerativas estão estimados em mais de 159 bilhões de dólares ao ano e, com o envelhecimento da população, espera-se que haja um aumento em torno de 80% em 2040.
Com 5,4 milhões de norte-americanos com a Doença de Alzheimer - uma em cada oito pessoas com idade acima de 65 anos - pode-se afirmar que estamos atingindo proporções epidêmicas. Nos próximos 20 anos, a previsão é de que o Alzheimer afete um a cada quatro americanos, tornando-se tão prevalente quanto à OBESIDADE e o DIABETES. A cura para essa doença ainda não é conhecida, porém, pesquisas mostram que PODE SER PREVENIDA!
O índice de atrofia cerebral (redução do tamanho do cérebro) aumenta com a idade e é a principal causa da redução da capacidade cerebral (declínio cognitivo) e morte prematura.
Mesmo que um adulto esteja completamente saudável, ele pode estar perdendo até 0,4% de sua massa cerebral por ano. Além disso, a atrofia de regiões cerebrais específicas está associada a problemas como a atrofia do lobo temporal que representa 81% de aumento do risco de DEPRESSÃO.
Um número cada vez maior de neurocientistas acredita que a atrofia cerebral pode ser prevenida, diminuída através de hábitos saudáveis e o uso de suplementos. Isso porque, descobriu-se, por exemplo, que condições cardiovasculares, diabetes, problemas de sono, distúrbios de ANSIEDADE e alimentação podem estar associados à ela. Pesquisas recentes possibilitaram a melhor compreensão da capacidade do ômega-3 em suspender o declínio da capacidade cerebral, relacionada à idade e doenças.
Uma pesquisa publicada pela revista Neurology, da Academia Americana de Neurologia, relacionou níveis mais elevados de ômega-3 a um maior volume cerebral em idades avançadas. Os pesquisadores analisaram os níveis de ácidos graxos ômega-3 EPA (ácido eicosapentaenoico) e DHA (ácido docosaexaenoico) no sangue de mulheres que fizeram parte do Estudo de Memória da Iniciativa da Saúde da Mulher, do Instituto Nacional da Saúde dos Estados Unidos. As participantes da pesquisa, com idade média de 78 anos, fizeram ressonância magnética para medir o volume do cérebro oito anos após o início do estudo. Como resultado, um volume cerebral 0,7% maior correspondeu àquelas mulheres que apresentavam o dobro de ômega-3 no sangue, além de volume 2,7% maior no hipocampo, área considerada de extrema importância no armazenamento da memória e que sofre atrofia com a idade.
Níveis mais elevados de ômega-3 podem ser conseguidos através de dieta e/ou uso de suplementos, e os resultados sugerem que o efeito sobre o volume do cérebro é o equivalente a retardar o envelhecimento das células cerebrais por alguns anos.
Não pense que somente idosos se beneficiam com o consumo de ômega-3. Um novo achado interessante é que a suplementação de ômega-3 também ajuda na formação do cérebro. Um grande estudo publicado na revista Lancet, mediante análise da dieta de 12 mil mulheres grávidas, concluiu que os filhos das mulheres que consumiram mais ômega-3 foram 52% mais propensos a ter maior pontuação em testes de Quociente de Inteligência (QI) aos 4 anos de idade. Os ácidos graxos ômega-3 EPA e DHA desempenham um papel importante na CONSTRUÇÃO DO CÉREBRO e trabalhos como este têm mostrado a capacidade dessa substância de gerar crianças mais inteligentes, isto é, com um cérebro mais saudável.
Já o déficit de ômega-3 na infância têm sido associado à maturação cerebral prejudicada e disfunções cognitivas, especialmente manifestado em MAIOR RISCO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO e/ou HIPERATIVIDADE, entre outros distúrbios comportamentais.
Na vida adulta, a diminuição dos níveis de ômega-3 pode contribuir para o desenvolvimento de ansiedade, depressão, agressividade, demência, além de outras condições de saúde mental e até mesmo criminais.
CUIDADO!!!!
O consumo de suplementos de ômega-3 sem supervisão e acompanhamento NUTRICIONAL pode ser prejudicial à saúde pois somente ele avaliará a CONTAMINAÇÃO COM METIL MERCÚRIO DO SUPLEMENTO DE ÔMEGA-3.
Os peixes predadores são mais propensos ao acúmulo do mercúrio, pois se alimentam de outros peixes já contaminados, conforme mostra a figura abaixo. Consulte seu nutricionista para identificar possíveis alimentos e suplementos contaminados com mercúrio e saber como substitui-los em sua dieta!
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